Quando o esporte vira escola política

Tenho boas lembranças dos meus quinze anos quando, em vésperas das eleições para a mesa diretora do meu time, resolvi participar do Movimento Independente de Torcedores do Botafogo (MITOB).

Mais do que uma torcida organizada, aquele ele era um movimento político que levantava a bandeira da eleição de Nilton Santos para a presidência clube. Éramos contra Bebeto de Freitas por acharmos que ele seguiria a linha de Carlos Augusto Montenegro e acabamos por apoiar, quando nosso candidato desistiu, o ex-presidente Maninho.

Perdemos, é fato, mas marcamos posição.

Lembro disso agora não por termos ganho o Campeonato Carioca ou pela recente vitória sobre o Corinthians mas por ter em mente tudo que aprendi naquele espaço.

Bem como o movimento estudantil é, aquela foi uma grande escola para minha formação pessoal onde, em meio a uma série de empresários e torcedores no mínimo 20 anos mais experiêntes, pude conhecer um pouco mais do mundo político, de campanhas e da importância do esporte na vida dos brasileiros.

Participem, amigos, de tudo que puderem! Pensem ao máximo, aprendam com tudo e multipliquem! É a nossa forma de crescer e fazer com que os que merecem cresçam conosco!

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