Fala, Assessor! – Comunicar: a arte de se fazer entender

Comunicar não significa meramente disponibilizar a informação. Esta, na verdade, é a primeira etapa de todo um processo. Colocar a informação disponível significa, na maior parte das vezes, apenas a causa de todo o efeito que é comunicar.

Devemos partir do ponto que a responsabilidade da comunicação é do emissor e não do receptor. Se o público-alvo não entendeu corretamente o que se quis dizer, a culpa é exclusiva do comunicador que não sou expressar sua mensagem da forma correta.

Em política, como em qualquer outro setor, a comunicação é fundamental. É ela quem dá transparência ao que se faz e permite que, tendo-se um bom produto, o público-alvo tome conhecimento de sua existência e, se possível, interaja para que possa deixá-lo ainda melhor.

O papel do comunicador na política é identificar o produto – determinado pelo trabalho do político em questão – e fazê-lo chegar à casa de cada família que representa seu público eleitoral ou alvo de seus projetos.

Isso não é campanha, muito menos medida eleitoreira. É representar ao lado do representado, expor o que está fazendo e se esforçar ao máximo para, através da interação, melhorar ainda mais sua representação.

Esse trabalho é fundamental. Permite, como já disse, melhorar o trabalho que vem sendo feito, atingir a opinião pública para que esteja ao seu lado em mobilizações políticas e, por fim e tão importante quanto, garantir o eleitorado que permitirá a continuação do trabalho.

Por tanto, diferente de meramente disponibilizar a informação, o ato de comunicar representa fazer a mensagem chegar ao público-alvo e cativar o cidadão para que atue, cada um a sua maneira, na melhoria progressiva do produto em questão.

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