Sem educação não há liberdade: Um relato de esperança

Relatório publicado no site do Instituto Friedrich Naumann sobre a participação no Seminário “No Education, No Freedom” em Gummersbach na Alemanha.

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O grande exemplo para mim, no entanto, veio da Índia. O jovem representante da organização não governamental local School Choice, cujo slogan é “Financie estudantes, não escolas!” apresentou o caso de sucesso por eles implantado por meio do sistema de vouchers.

Promoveram uma captação de recursos no mercado – sem dinheiro público, aliás –, cadastraram escolas, famílias carentes e ofereceram a estas um cheque com valor pré-fixado que as permite escolher em qual escola matriculará seus filhos.

A grande vantagem da iniciativa é que permite aos pais sem grandes disponibilidades financeiras escolher a qual modelo de educação querem submeter seus filhos, ao invés de obrigá-los a seguir o modelo único – e em geral falho – oferecido pelo governo. Outro grande ponto do projeto é que fazem isso a partir de doações voluntárias ao invés de onerar ainda mais o contribuindo como faz o Estado com taxações.

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Leia a íntegra neste link.

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Uma escola liberal para reconstruir a sociedade

Desembarquei em Gummersbach, pequena cidade do oeste alemão, para participar do seminário “No Education, No Freedom” que reúne por duas semanas, a partir do Instituto Friedrich Naumann, vinte e quatro líderes de todos os continentes para apresentar experiências de sucesso e debater a aplicabilidade das políticas liberais nos mais diferentes cenários educacionais.

Entre os participantes que compartilham este espaço comigo estão ativistas do movimento estudantil, jornalistas, diretores de instituições de ensino, formuladores de politicas publicas, membros de think tanks e líderes oposicionistas. Como já era de se esperar, as ideias compartilhadas são fantásticas e servem não só de inspiração liberal mas, principalmente, de exemplo para projetos futuros em nosso pais.

Continuação do artigo no site do Instituto Millenium. Fiquem a vontade para comentar no link referido no campo logo abaixo do artigo.

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A Onda, Minha Luta e o perigo fascista

Tudo começou com uma simples pergunta: “Será que a Alemanha de hoje estaria a mercê de uma nova ditadura”?

É neste cenário que se desenvolve o enredo do filme “A Onda” (Die Welle, 2008), baseado em fatos reais, onde um professor anarquista acaba por gerar um grupo fascista fora de controle a partir de uma estranha experiência pedagógica em seu colégio.

O trabalho do diretor alemão Dennis Gansel é tão fantástico que no filme é possível ver claramente todos os aspectos, políticos e psicológicos, que moldaram a construção do nazismo e fizeram com que, a partir da mente de Hitler, tomasse o corpo do regime que dominou a Alemanha por quase três décadas.

Isso fica ainda mais claro para os que leram “Minha Luta” (Mein Kampf, 1925), autobiografia de Adolf Hitler, onde o lobo é literalmente colocado em pele de cordeiro para descrever o projeto doentio nazista de forma tão atraente para atingir todos aqueles que vieram a se tornar seus seguidores.

A história dos dois se mistura e mostra que o terror pode muito bem se esconder em discursos progressistas e pacíficos. Mostra perfeitamente que nenhum país, por mais avançado que seja, está livre de uma nova ditadura.

Mostra que o sectarismo cria radicalismo e que a guerra interna, seja de classes, raças ou do que for, é a pior escolha para todos os lados.

Paradoxo Internacional: Quem é o Brasil?: O Professor Sérgio Júnior aceitou a proposta e expandiu, a partir de seu blog, ainda mais o debate sobre o post aqui iniciado. Acompanhe o debate que em breve teremos novidades por aqui!

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