Um típico mineiro do Rio de Janeiro

Na última sexta-feira tomei um ônibus a partir de Lavras, cidade de meu pai, com destino ao Rio de Janeiro onde encontraria com parte da minha família. Apesar de ser noite e as estradas estarem absurdamente escuras, pude rever algumas cidades as quais nunca mais havia visitado.

Passei pelo circuito das águas de São Lourenço e Cambuquira, pela altitude da sempre gelada Pouso Alto, pelas lembranças de Pelé em Três Corações… Um passeio fantástico.

No Rio, além de ver os familiares como sempre, resolvi repetir algumas ações – também nostálgicas – que há muito não fazia. Coisas simples, claro, mas que as vezes fazem falta como ler O Globo na Pedra do Arpoador tomando uma água-de-coco e seguindo com uma corrida pela orla até o Leblon que culmina em um banho de mar. Tudo isso com uma leve brisa em um sol de 35 graus.

A cidade estava maravilhosa mas, ainda assim, a melhor parte foi a das reflexões do retorno que me fizeram ter ainda mais certeza sobre uma verdade absoluta que conheci quando me mudei para Minas Gerais.

Voltei para São João del-Rei passando por Juiz de Fora, Barbacena, Barroso e Tiradentes. Cidades igualmente lindas, cada uma com a sua individualidade… Que provam, para quem as conhece bem como as demais do estado, a maior verdade do mineiro:

Triste é o mar por não poder banhar as Minas Gerais.

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