Liberalismo: a última alternativa ao Haiti

A situação no Haiti chegou a um ponto que, caso não mergulhem de cabeça em um liberalismo econômico total, cairá nas mãos da opressora maquina socialista latinoamericana.

Afirmo isso em contraponto ao que o mercado internacional vem estimulando, por meio de magníficos aportes financeiros, dando nas mãos de um governo local corrupto as ferramentas para a implantação de uma social democracia.

Falarão os críticos ao mercado que a iniciativa privada não promoverá a construção do país. De certo ponto até concordo… Aquilo que os governos internacionais já estão fazendo o mercado não fará. Deixem que o Brasil, os Estados Unidos e a ONU o continuem fazendo.

Logo então terão as bases estruturais para começar uma reconstrução e, por sua localização privilegiada no Caribe, tem toda a pré-disposição necessária para os mercados do turismo, agricultura exportadora e produção industrial de baixo custo para suprir mercados vizinhos.

Para isto existem duas alternativas: confiar em uma reforma administrativa do Estado, o que não vai acontecer por conta do Governo que além de incompetente para gerir recursos é corrupto; ou começar a exigir contrapartidas sobre investimentos internacionais, como já faz o FMI e o BID.

O que não se pode é deixar o país cair em mais uma ditadura opressora latinoamericana – situação iminente pela revolta populacional – ou perder sua identidade local estando submisso a uma metrópole, como prega o presidente Lula (via Noblat).

Sugiro a leitura de “Desenvolvimento não se compra“, escrito por Rainer Erkens do Insituto Friedrich Naumann.

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