Sem educação não há liberdade: Um relato de esperança

Relatório publicado no site do Instituto Friedrich Naumann sobre a participação no Seminário “No Education, No Freedom” em Gummersbach na Alemanha.

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O grande exemplo para mim, no entanto, veio da Índia. O jovem representante da organização não governamental local School Choice, cujo slogan é “Financie estudantes, não escolas!” apresentou o caso de sucesso por eles implantado por meio do sistema de vouchers.

Promoveram uma captação de recursos no mercado – sem dinheiro público, aliás –, cadastraram escolas, famílias carentes e ofereceram a estas um cheque com valor pré-fixado que as permite escolher em qual escola matriculará seus filhos.

A grande vantagem da iniciativa é que permite aos pais sem grandes disponibilidades financeiras escolher a qual modelo de educação querem submeter seus filhos, ao invés de obrigá-los a seguir o modelo único – e em geral falho – oferecido pelo governo. Outro grande ponto do projeto é que fazem isso a partir de doações voluntárias ao invés de onerar ainda mais o contribuindo como faz o Estado com taxações.

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Leia a íntegra neste link.

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Uma escola liberal para reconstruir a sociedade

Desembarquei em Gummersbach, pequena cidade do oeste alemão, para participar do seminário “No Education, No Freedom” que reúne por duas semanas, a partir do Instituto Friedrich Naumann, vinte e quatro líderes de todos os continentes para apresentar experiências de sucesso e debater a aplicabilidade das políticas liberais nos mais diferentes cenários educacionais.

Entre os participantes que compartilham este espaço comigo estão ativistas do movimento estudantil, jornalistas, diretores de instituições de ensino, formuladores de politicas publicas, membros de think tanks e líderes oposicionistas. Como já era de se esperar, as ideias compartilhadas são fantásticas e servem não só de inspiração liberal mas, principalmente, de exemplo para projetos futuros em nosso pais.

Continuação do artigo no site do Instituto Millenium. Fiquem a vontade para comentar no link referido no campo logo abaixo do artigo.

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Quando a revolução vem da América Latina

Tenho andado um pouco afastado de minhas atividades neste Blog, como vocês já devem ter percebido, por conta de uma viagem que fiz a convite do Instituto Friedrich Naumann para Gummersbach, Alemanha, onde participo de um seminário para 24 lideres de todos os continentes com o tema “No Education, No Freedom”.

Por aqui, alem de debater politicas liberais que vem colaborando com o desenvolvimento educacional de diversos países periféricos, acabei por fazer uma serie de amigos e entender, ainda mais, a realidade mundial que, mesmo com toda a sua diversidade, cria viabilidades globais a partir de ideias locais.

Um dos exemplos é o caso indiano onde um think tank iniciou, sem a colaboração do governo, um programa de captação de recursos para implantar, por si mesmo, o sistema educacional de vouchers que consiste em oferecer um “vale-educacao” que pode ser utilizado pela família carente na escola de sua escolha – quebrando o monopólio governamental sobre o modelo pedagógico da rede publica. Ideia fantástica que, alias, pretendo levar para o Brasil.

Levarei de volta, alem disso, a esperança de novos dias para o cenário politico latino-americano uma vez que conheci por aqui verdadeiros revolucionários libertários, todos ligados a Rede Liberal Latino-americana (RELIAL).

São eles o militante estudantil costa-riquenho Sebastián, a jornalista boliviana Silvia e o ativista não governamental mexicano Eduardo, todos liberais com imensurável sentimento de renovação e, a cima de tudo, visão estratégica para promover as mudanças que nossa região tanto precisa.

Tenho a certeza de que, com o colapso socialista e a vitoria do liberal Sebastian Pinera para a presidência do Chile, a América Latina inicia, com seus jovens lideres, uma nova fase de liberdade e direitos humanos para o seu povo.

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Liberalismo: a última alternativa ao Haiti

A situação no Haiti chegou a um ponto que, caso não mergulhem de cabeça em um liberalismo econômico total, cairá nas mãos da opressora maquina socialista latinoamericana.

Afirmo isso em contraponto ao que o mercado internacional vem estimulando, por meio de magníficos aportes financeiros, dando nas mãos de um governo local corrupto as ferramentas para a implantação de uma social democracia.

Falarão os críticos ao mercado que a iniciativa privada não promoverá a construção do país. De certo ponto até concordo… Aquilo que os governos internacionais já estão fazendo o mercado não fará. Deixem que o Brasil, os Estados Unidos e a ONU o continuem fazendo.

Logo então terão as bases estruturais para começar uma reconstrução e, por sua localização privilegiada no Caribe, tem toda a pré-disposição necessária para os mercados do turismo, agricultura exportadora e produção industrial de baixo custo para suprir mercados vizinhos.

Para isto existem duas alternativas: confiar em uma reforma administrativa do Estado, o que não vai acontecer por conta do Governo que além de incompetente para gerir recursos é corrupto; ou começar a exigir contrapartidas sobre investimentos internacionais, como já faz o FMI e o BID.

O que não se pode é deixar o país cair em mais uma ditadura opressora latinoamericana – situação iminente pela revolta populacional – ou perder sua identidade local estando submisso a uma metrópole, como prega o presidente Lula (via Noblat).

Sugiro a leitura de “Desenvolvimento não se compra“, escrito por Rainer Erkens do Insituto Friedrich Naumann.

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