Sem educação não há liberdade: Um relato de esperança

Relatório publicado no site do Instituto Friedrich Naumann sobre a participação no Seminário “No Education, No Freedom” em Gummersbach na Alemanha.

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O grande exemplo para mim, no entanto, veio da Índia. O jovem representante da organização não governamental local School Choice, cujo slogan é “Financie estudantes, não escolas!” apresentou o caso de sucesso por eles implantado por meio do sistema de vouchers.

Promoveram uma captação de recursos no mercado – sem dinheiro público, aliás –, cadastraram escolas, famílias carentes e ofereceram a estas um cheque com valor pré-fixado que as permite escolher em qual escola matriculará seus filhos.

A grande vantagem da iniciativa é que permite aos pais sem grandes disponibilidades financeiras escolher a qual modelo de educação querem submeter seus filhos, ao invés de obrigá-los a seguir o modelo único – e em geral falho – oferecido pelo governo. Outro grande ponto do projeto é que fazem isso a partir de doações voluntárias ao invés de onerar ainda mais o contribuindo como faz o Estado com taxações.

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Leia a íntegra neste link.

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Quando a revolução vem da América Latina

Tenho andado um pouco afastado de minhas atividades neste Blog, como vocês já devem ter percebido, por conta de uma viagem que fiz a convite do Instituto Friedrich Naumann para Gummersbach, Alemanha, onde participo de um seminário para 24 lideres de todos os continentes com o tema “No Education, No Freedom”.

Por aqui, alem de debater politicas liberais que vem colaborando com o desenvolvimento educacional de diversos países periféricos, acabei por fazer uma serie de amigos e entender, ainda mais, a realidade mundial que, mesmo com toda a sua diversidade, cria viabilidades globais a partir de ideias locais.

Um dos exemplos é o caso indiano onde um think tank iniciou, sem a colaboração do governo, um programa de captação de recursos para implantar, por si mesmo, o sistema educacional de vouchers que consiste em oferecer um “vale-educacao” que pode ser utilizado pela família carente na escola de sua escolha – quebrando o monopólio governamental sobre o modelo pedagógico da rede publica. Ideia fantástica que, alias, pretendo levar para o Brasil.

Levarei de volta, alem disso, a esperança de novos dias para o cenário politico latino-americano uma vez que conheci por aqui verdadeiros revolucionários libertários, todos ligados a Rede Liberal Latino-americana (RELIAL).

São eles o militante estudantil costa-riquenho Sebastián, a jornalista boliviana Silvia e o ativista não governamental mexicano Eduardo, todos liberais com imensurável sentimento de renovação e, a cima de tudo, visão estratégica para promover as mudanças que nossa região tanto precisa.

Tenho a certeza de que, com o colapso socialista e a vitoria do liberal Sebastian Pinera para a presidência do Chile, a América Latina inicia, com seus jovens lideres, uma nova fase de liberdade e direitos humanos para o seu povo.

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