Ciro Gomes: o Profeta do Apocalípse

O Montenegro, presidente do IBOPE, “vende até a mãe” e “instituto de pesquisa sério, fora o Datafolha, não existe”.

No cenário político brasileiro as avaliações não são muito diferentes. O Serra, pré-candidato tucano a presidência, “sabotou o Real e o FHC” além de ter uma “personalidade autoritária e tenebrosa“.

Do outro lado vem a Dilma, pré do PT, que não tem experiência em eleições: “daí acontece isso de que a cada atitude cometida equivocadamente” gera uma visita a televisão para “se explicar e voltar vários passos”.

Temer, PMDBista cotado para vice de Dilma, é o pior deles. É o chefe do “ajuntamento de assaltantes” que é a cúpula do seu partido.

E assim segue Ciro Gomes, exgovernador, ex-deputado federal, ex-candidato a presidência, ex-político levado a sério e mais novo Roberto Jefferson cearense ou, no caso de estar realmente certo, o grande profeta do apocalípse eleitoral brasileiro.

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PMDB: Um desenho nada animado

O caos vivido pela população do Rio de Janeiro merece a atenção de todos nós, mineiros, para que vejamos o problema que é ter no Governo do Estado um gestor incompetente.

Além de agir como oposicionista – criticando a autoridade que era representada por ele mesmo – quando o estado precisava de um gestor responsável e competente, no caso das chuvas, o governador Sérgio Cabral (PMDB) expôs seu desgoverno permitindo que vândalos pichassem o maior símbolo turístico do estado: o Cristo Redentor.

Nós, brasileiros, estamos vendo no Rio o que é o desgoverno do PMDB. Em outubro, nós, mineiros, vamos mostrar que aqui em Minas Gerais eles não tem vez.

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Histórias do movimento estudantil mineiro

A jornalista Denise Motta publicou na página 3 do primeiro caderno do Hoje em Dia de domingo, 17, a matéria “DCEs viram trampolim político para estudantes” onde sou citado junto a outros militantes estudantis e partidários do estado, bem como Caio Rodrigues (PSDB), Bruno Carone (PMDB) e o deputado federal Reginaldo Lopes (PT).

Na notícia aparecemos como jovens lideranças partidárias que nos utilizamos do movimento estudantil para ganhar o amadurecimento político que a vida pública e os trâmites democráticos exigem.

Narrou nela, por exemplo, os avanços do hoje deputado Reginaldo Lopes, que fora do DCE da minha UFSJ – e, aliás, do Centro Acadêmico do meu curso.

Faltou fazer o link, no entanto, explicando que o tal aparelhamento do DCE, ao qual eu me referi, foi promovido exatamente por este que hoje é deputado.

Faltou dizer que nos seus tempos, campanhas para o DCE custavam cifras com até quatro casas… Bancadas por seu partido! Cifras, aliás, que hoje não existem apesar do dia-a-dia universitário estar repleto de diversos grupos políticos.

Obrigado pela oportunidade, Denise! Obrigado, jornal Hoje em Dia! A juventude precisa exatamente desse espaço que vocês proporcionaram para mostrar que, mais do que o futuro, estão fazendo o presente acontecer.

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