Santo Padre: Muito mais que um CEO

(Publicado pelo Jornal do Commércio)

O furacão de matérias e análises oriundas dos acontecimentos recentes no Vaticano acabou por evidenciar não somente que o interesse e a curiosidade geral sobre a Igreja Católica continuam em alta como também, e principalmente, o quão incômoda é a força religiosa para boa parte dos principais jornais do país.Papa Bento XVI

O que se percebe, em um primeiro lugar, é a tentativa de humanizar as decisões do clero, entendendo-as muito mais como uma organização terrena – como um partido político ou uma grande empresa – e muito menos como a instituição que, derivada do apóstolo Pedro, constitui a base moral da civilização ocidental.

Uma das amostras sobre o caso veio de Renato Ricci, colunista da revista Exame, que, em artigo intitulado “O Novo CEO da Igreja”, comparou a escolha do próximo Papa a um processo seletivo onde se almeja encontrar um “novo executivo” para gerir “uma organização poderosa e enraizada em todo o planeta”.

Dois dias antes, na concorrente IstoÉ Dinheiro com o título “Procura-se um CEO para o Vaticano”, uma matéria de temática semelhante mas ainda mais pesada buscou evidenciar uma possível crise da fé, apontando não só uma redução no número de fiéis mas também as indenizações a serem pagas pela Igreja por conta dos casos de pedofilia nos Estados Unidos.

Ainda na ofensiva anticatólica, o grupo feminista Femen, conhecido pelos contraditórios protestos de seios amostra contra o turismo sexual, foi a Catedral de Notre-Dame (Paris), mais uma vez com mulheres seminuas, comemorar a renúncia de Bento XVI com placas como “Papa, o jogo acabou”.

O fato, no entanto, é que tanto os jornais citados como o grupo feminista em questão acabam por dever, e muito, à Igreja que eles mesmos criticam. Em breve argumento, foi Santo Agostinho que versou sobre o livre arbítrio ainda no século IV, servindo de base para filósofos como Kant e Hayek que, um milênio depois, propagaram de forma tão brilhante a importância da liberdade de expressão e da democracia.

Santo Agostinho, aliás, é um dos doutrinadores frequentemente citados pelo atual pontífice que, antes de assumir o posto, já era considerado na Igreja Católica como um de seus maiores teólogos em vida.

Este, como sempre fizera com suas obras, desenvolveu um pontificado de bastidores. Não era uma figura carismática como seu antecessor, Papa João Paulo II, mas acabou por dar um novo tom ao Vaticano quando deixou de lado o costumeiro silêncio clérigo e abriu as portas para a punição dos pedófilos que manchavam o carisma católico.

Seus atos, no entanto, foram mais internos do que externos. Sua busca não era pela imagem pública mas por uma reforma na instituição que, pela influência humana, acabara por sofrer danos com o avançar do tempo. Conseguiu fazê-lo mas acabou criando inimizades e, ainda assim, foi vidraça de grupos que, como o Femen, preferem publicidade à efetividade.

Sua renúncia demonstra não fraqueza, mas uma força absoluta de alguém que, sabendo dos desafios a serem enfrentados, deixou suas paixões terrenas de lado para servir à Igreja de São Pedro, cedendo lugar para alguém que poderá agir com muito mais vigor nos rumos que o catolicismo seguirá.

Assim sendo, a disputa que veremos nas próximas semanas, muito mais do que a escolha de um novo Steve Jobs, passa pela fé cristã de acreditar que, iniciado o Conclave Papal, cardeais de todo o mundo farão como Bento XVI, deixando de lado as paixões terrenas, para poder apontar, de maneira coesa, o próximo Santo Padre que terá como missão representar o Santíssimo na manutenção dos valores ocidentais e do carisma de Cristo.

VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 5.0/10 (1 vote cast)

Uma aula de Santo Agostinho

Confesso ser tendencioso quando o assunto é Santo Agostinho. Estudei em um colégio da Ordem Agostiniana Recoleta por nove anos, sou tocado até hoje pelo que li em suas “Confissões” e me inspirei no título de um de seus livros para dar nome a este blog (De Libero Arbitrio).

Assim sendo, foi difícil resistir a tentação de assistir ao filme Agostinho – O Declínio do Império Romano (Sant’Agostino, 2010) quando o descobri. Produzido em inglês por Christian Duguay e lançado na Itália em 31 de janeiro de 2010, o filme se inicia nos últimos dias da vida de Santo Agostinho e retrata, por meio de lembranças, momentos como sua ascensão política em Roma, sua conversão e, no retorno a Hippo, o debate com os Donatistas.

Para os que tiverem a oportunidade de assistir, recomendo esta aula sobre fé, política, oratória e história do Império Romano.

Segue o trailer em inglês:

VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 10.0/10 (1 vote cast)

Uma hora de desenvolvimento econômico sob a ótica liberal

(Publicado também no Instituto Millenium)

Alguns poucos meses depois de graduado, tive a honra de retornar à Universidade Federal de São João del-Rei como convidado do professor Ivis Lima e do quase economista PHD Pereira para participar de uma de suas aulas da disciplina de Desenvolvimento Socioeconômico. A missão era a de explicar para a turma do quarto período de Ciências Econômicas a ótica liberal sobre o desenvolvimento.

Como o período de uma hora e meia me limitava à resumir as principais idéias, resolvi tratar dos conceitos liberais de forma aplicada às realidades do indivíduo, da história econômica brasileira e da economia mundial.

Antes de começar, no entanto, fiz uma breve explicação – bem generalista – sobre o que representava cada uma das correntes liberais: o social-liberalismo, que prega liberdades sociais em paralelo ao intervencionismo estatal; o liberalismo clássico, que afirma não ser possível existirem liberdades individuais caso não exista a liberdade econômica plena; o neoliberalismo, uma espécie conservadora dos liberais formados pela Escola Monetarista; e o libertarianismo, derivado da Escola Austríaca de Ludwig Von Mises que coloca o Estado em uma esfera secundária ou desnecessária para a evolução da economia e do indivíduo. A minha narrativa se pautaria por um meio termo entre esta última corrente e o liberalismo clássico.

Basicamente, levantei que o embrião do liberalismo, bem como o da maioria das correntes políticas e econômicas, havia sido derivado da moral cristã. Seu primeiro autor fora Santo Agostinho a partir do livro “Livre Arbítrio” onde afirmou que, apesar da existência dos dez mandamentos, o indivíduo era livre para optar pelo que fazer. O cidadão poderia, por exemplo, cobiçar a mulher do próximo que, mesmo assim, a Igreja não poderia impedi-lo ou puni-lo. Isto caberia a Deus em seu julgamento final que o levaria para a vida eterna no Céu ou não.

Em termos de liberais, a questão era semelhante: aqueles que ferissem a moral da comunidade estariam automaticamente se excluindo, não pela reclusão promovida pelo Estado, mas pelo preconceito gerado pela sociedade. Alguns exemplos são bem simples e se aplicam ainda hoje: os conhecidos por não honrar suas dívidas não teriam mais crédito no mercado; os cidadãos não violentos evitariam o convívio com os assassinos.

Além da questão social, Santo Agostinho acabou ainda por dar o tom do que seria a teria dos libertários sobre a taxação. Afirmou que, seguindo a ótica do livre arbítrio, a bondade e a filantropia deveriam ser espontâneas uma vez que, caso impostas, perderiam seu caráter de benevolência.

A aplicação deste discurso à sociedade atual coloca os impostos como uma contradição à liberdade do indivíduo. Obriga-se, utilizando o caso brasileiro, a ceder 47% do suor do trabalhador para que o Estado faça filantropia, ao invés de permitir a cada um que escolha como melhor deve gastar – ou distribuir – seus recursos.

O resultado é trágico: de um lado, a responsabilidade individual sobre o meio dá espaço à busca infinita pela sonegação e pela contestação ao papel do Estado; do outro, a corrupção e o aparelhamento político que, independente do partido governista, geram uma maquina burocrática que acaba por fazer tal recurso valer menos de um terço daquilo que seria na mão do indivíduo.

Entender isto é fácil: para tomar o dinheiro do trabalhador, o Estado precisou construir e contratar entidades financeiras para cobrar e gerir; políticos e casas governamentais para definir normas; escolas, professores, médicos e hospitais para gastar, fiscais para tomar conta do processo; e mais uma série de profissionais intermediários que nunca teriam existido caso o dinheiro fosse gasto diretamente pelo indivíduo.

Este fenômeno fora identificado séculos depois por Thomas Hobbes em seu “Leviatã”, onde narrou o crescimento de um monstro, figura representativa do Estado, que se, sob a desculpa da segurança e ordem, tornava-se tão grande à ponto de não se poder viver sem ele.

Daí, podemos voltar mais uma vez para a ótica do indivíduo a fim de entender a raiz do problema. A sociedade, bem como qualquer organismo ou instituição, é formada por indivíduos e não por um coletivo. Quando pensamos, por exemplo, em um partido político como corrupto, estamos cometendo um equívoco: a instituição não comete atos ilícitos, quem o faz são seus filiados, de maneira individual ou pela soma do trabalho de indivíduos. O mesmo, neste caso, ocorre com o Estado que, composto por indivíduos, é incapaz de ser totalmente honesto ou, em uma suposta benevolência, é incapaz de deter o conhecimento absoluto para afirmar com propriedade quais sãos os melhores caminhos a se tomar – até mesmo na definição do que é ou não estratégico para a sociedade, já que tal decisão depende de valores individuais e varia de cidadão para cidadão.

No final, o que acabamos por criar é uma “super classe” de indivíduos que possui poderes místicos para afirmar como o dinheiro de cada cidadão deve ser gasto. É a isso que o liberalismo se opõe.

E foi isso que vimos durante o último século da economia brasileira. Tomando por base a pesquisa do nacional-desenvolvimentista Celso Furtado sobre a formação econômica do país, podemos perceber claramente que nosso desenvolvimento inicial foi orientado pelas práticas agrícolas que permitiram tanto a acumulação de capital por conta dos produtores como a formação de um mercado auxiliar criado voluntariamente para suprir as demandas das famílias residentes – incluindo uma gama de oferta que variava desde o comércio de roupas até a prestação de serviços de beleza.

Tal acumulação se deu de forma mais acelerada na região hoje ocupada pelo estado de São Paulo, por conta das condições climáticas e de solo que favoreceram a produção cafeeira – que já era a mais rentável do continente. Pouco à pouco, com a percepção de que o mercado mundial passava por uma aceleração da agregação de valores industriais, os produtores paulistas passaram a investir o acúmulo de suas receitas no desenvolvimento da agroindústria, agregando valores à sua produção e aumentando a oferta de bens e serviços para a população local. Tal processo garantiu o desenvolvimento do estado que, até hoje, se coloca como mais avançado do país.

No entanto, o problema veio na década de trinta quando um político, humano como nós, decidiu que estratégico seria endividar o país para gerar industrias para as quais não tínhamos nem maquinário, nem mão de obra, nem tradição produtiva. Getúlio Vargas, o então presidente, rasgou a cartilha de David Ricardo sobre as vantagens comparativas e instituiu o primeiro processo de substituição de importações que equipou o país com maquinário ultrapassado – pois era o máximo que era os empréstimos permitiam comprar –, endividou o país – aumentando a inflação que já era alta – e não conseguiu reduzir a dependência pelas importações.

Após alguns poucos anos, um novo presidente contraiu em cinco anos as dívidas de cinqüenta, com a finalidade de promover um segundo processo de substituição de importações e de construir uma cidade, a partir do zero, no centro geográfico do país. As conseqüências foram drásticas.

Desconsiderando o fator político de se tirar a capital do país de seu centro cultural para levá-la a uma região onde se demoraria, no mínimo, doze horas de ônibus para se promover manifestações, tracei alguns paralelos com demais países.

Levantei o caso da Rússia, super desenvolvida no entorno de Moscou e São Petersburgo que acabam por receber uma migração massiva da região leste do país – hoje sub-habitada. A proposição do presidente Medveded, hoje considerada absurda por todo o mundo, foi a mesma de Juscelino Kubitschek: construir, do zero, oito grandes cidades no leste russo.

Por outro lado, tínhamos o argumento da segurança nacional, sendo o centro geográfico do país mais seguro para a nossa capital. Seguindo esta ótica, a capital dos Estados Unidos seria no Texas e, por falta de opção, a de Portugal passaria para a França.

Tal estratégia econômica além de não desenvolver a região central do país acabou por endividar ainda mais a nação, criando mais problemas cambiais e promovendo mais um avanço inflacionário.

Durante o regime militar o cenário não foi diferente. Vimos Delfim Neto, um economista brilhante, promover políticas econômicas de toda a variedade heterodoxa ao mesmo tempo em que multiplicava o gasto público e o número de empresas estatais. O resultado foi um crescimento econômico imediato que deixou cicatrizes ainda maiores: mais endividamento, mais inflação, mais crise cambial e mais desigualdade social.

A resposta, felizmente, veio de fora: o Consenso de Washington definiu que não haveria mais crédito para estimular o endividamento infinito das economias desenvolvimentistas e que cada centavo deveria ser utilizado para garantir a estabilidade econômica. A partir daí, os “estrategistas” brasileiros teriam de buscar outra alternativa.

Na redemocratização foi o que acabou por acontecer e, por alguns poucos anos, os liberais acabaram por se ver representados. O primeiro deles, Fernando Collor de Melo, teve graves problemas com corrupção mas, antes de sofrer o impeachment, proferiu um discurso que mudou as bases econômicas do país. Ao dizer que “os carros brasileiros mais pareciam carroças”, evidenciou o problema de se pagar por um Fusca no Brasil o que se pagava por um Mercedes-Benz na Alemanha e, como solução, baixou tarifas alfandegárias e impostos para abrir a economia do país.

Seu vice, Itamar Franco, trabalhando em conjunto com o ministro Fernando Henrique Cardoso, que viria a governar o país por oito anos, deram continuidade as reformas: reduziram a máquina pública, cortaram os gastos governamentais e aumentaram a taxa de juros, promovendo uma contenção de demanda que, aliada ao avanço da oferta de bens importados, acabou por conter a inflação a partir do chamado Plano Real.

A teoria sobre a fórmula da estabilidade era simples: a inflação de demanda seria cortada por um mix entre a contenção da demanda com a expansão da oferta, ao mesmo tempo em que se reduzia o tamanho do estado dando mais espaço para que o mercado buscasse seu equilíbrio de forma autônoma. E deu certo: a inflação foi contida, a economia se estabilizou e a qualidade de vida do cidadão aumentou.

Logo após vieram Lula e Dilma que, apesar de no início manter as linhas gerais estabelecidas por FHC, acabaram por mudar estruturalmente seu modelo econômico: aumentaram o gasto governamental e, como não haviam mais empréstimos internacionais, estabeleceram duas medidas. A primeira, imprimir moeda, foi pelo gargalo, obrigando o Estado a aumentar ainda mais a carga tributária – tomando, por exemplo, o mais que recente caso da elevação do IPI para carros não produzidos integralmente no Brasil.

Sem me aprofundar na análise aos governos Lula e Dilma, uma vez que não teriam explicação diferente ao nacional-desenvolvimentismo que já vivemos, entramos na temática do IPI, que acabou por despertar a atenção de alguns presentes.

O protecionismo, além de não estimular o crescimento da industria nacional, gera uma guerra fiscal no mercado internacional e prejudica toda a economia local. A fórmula é simples: se o preço dos carros estrangeiros se elevar, por exemplo, 30%, seus concorrentes nacionais elevarão seus preços em 25% e ainda assim terão a vantagem comparativa. O palco para a inflação estará armado e, pior: a parcela de renda que poderia ser distribuída entre outros consumos acabará comprometida pela elevação do gasto com automóveis.

A má notícia, após este cenário todo, é que ocupamos hoje a 102ª posição no ranking da liberdade econômica – lançando neste mês pelo Instituto Fraser – estando atrás de países como a Rússia (pós-URSS) e o Haiti. A boa notícia, no caso, é que ainda estamos na frente de Malaui e Zimbábue.

Inserido neste cenário de massivos investimentos públicos o Brasil acabou por não sofrer a crise mundial como as economias européias. Isso é fato. Mas também é verdade que os recursos no Estado não existirão para sempre e, mais cedo ou mais tarde, entraremos em uma recessão semelhante ou pior às de Portugal, Grécia e Irlanda… Com uma infeliz diferença: somos grandes demais para sermos salvos.

O que vemos lá fora, com os aportes de recursos internacionais, é que o caminho tomado é diferente do histórico brasileiro: ao invés de gastar mais e mais, os Estados em crise estão contendo seus investimentos e dando mais espaço para o mercado, enquanto utilizam o endividamento para substituir impostos neste período de transição para uma economia liberal.

Vendo tudo isso, percebemos que Keynes fez um brilhante trabalho ao escrever sobre os benefícios do endividamento Estatal. Infelizmente, para governos e cidadãos, não terminou sua tese ensinando a pagar a dívida.

Encerrei minhas palavras dizendo que as escolas monetária e austríaca trabalham exatamente em cima disso e, para os interessados em conhecê-las melhor, sugeri três blogs: danieljmitchell.wordpress.com – em inglês, sobre a economia americana e fatos sobre o mundo –,rodrigoconstantino.blogspot.com – com análises liberais sobre a economia brasileira – e o meu, www.joaovictorguedes.com.br, com um pouco de cada.

VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 10.0/10 (2 votes cast)

Indicações do Twitter para a Era de Aquarius

Políticos respondendo a seus eleitores praticamente em tempo real, senadores indicando blogs que os criticam, jornalistas comentando a novela enquanto elaboram sua próxima bomba para a coluna de domingo e a ala jovem dizendo o que o partido deve ou não fazer.

É… Estou começando a concordar com o @MarceloTas quando afirmou que, com a palestra do ‘Professor Tibúrcio’ para a @JuventudeDEM, realmente teríamos a prova de estar entrando na Era de Aquarius.

Esse é o Twitter, galera! Mecanismo que proporcionou a palestra do Marcelo Tas, que permite a políticos como @EfraimFilho, @Demostenes_Go, @DeputadoCaiado e @JoseAgripino responderem a jovens super ativos como @GabrielAzevedo, @Rafael_Mendes_T e @MatheusPataxo entre outros.

Equiparou profissionais, colocando as novas jornalistas @Roberta_Jorn, @Stefania_Akel na mesma linha do renomado @BlogdoNoblat, que muitas vezes se ocupa de narrar os últimos capítulos das novelas enquanto as novatas dão conta do recado no setor das novidades políticas.

Para os católicos, abriu debates com o conservador @RFKA, mostrou notícias a partir do @RodrigoCoppe, iluminou com os pensamentos de @StoAgostinho e, aos mais liberais, permitiu rir com @OCriador. Para os geeks – novo termo disseminado ainda mais pelo Twitter – permitiu novos aprendizados com o @ProfSergioJr. Para os estudantes de espanhol, apresentou a crítica cubana @YoaniSanchez e as notícias sempre polêmicas do @El_Pais. E por aí vai…

Mas se ainda assim você não se convenceu da entrada na ‘Nova Era’, pelo menos se divirta com a acidez de @CarlaSehn, debata com @AdrianoBonhoni e construa um país melhor com @JDemMG. Fazendo isso a ‘Era de Aquarius’ chegará em breve. Tenho certeza.

VN:F [1.9.22_1171]
Rating: 0.0/10 (0 votes cast)